Dinamo fusca não carrega

Como o estado de carga da bateria é variável e como também o é o rendimento do dínamo, subordinado que é da rotação do motor, o sistema de aderência entre estas duas unidades é provido de um regulador que desempenha as seguintes papéis


Quando o dínamo gira a pouquíssima rotação, debitando corrente de voltagem inferior à da bateria e quando também o motor está parado, o regulador desliga a bateria de sua ligação com o dínamo, impossibilitando dessa forma que a corrente da bateria se escoe para o dínamo sem nenhum proveito. Essa parte do regulador chama-se “disjuntor”. Ao contrário, se o dínamo gira com rotação suficiente e sua corrente é de voltagem acadêmica sulperior a da bateria, então o disjuntor liga os dois circuitos, e o dínamo passa a por no colo a bateria.



Se a bateria está bem carregado e o dínamo debitando corrente de voltagem elevada, o medidor também entra em função, regulando a corrente de carga a fim de de dificultar o super-carregamento da bateria, que não é apropriado.



O regulador também diminui a corrente que flui no circuto do dínamo, restringindo que atinja valores excessivamente altos.

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LUZ DE AVISO



Quando a ignição é ligada e o motor funciona a baixa rotação, acende-se uma luz vermelha no quadro, sinal de que a bateria está se descarregando. Tão logo aumente a aceleração do motor a luz se apaga, o que indica que o dínamo está carregando a bateria. Se a luz se acender tornando-se o carro ocorrendo a aceleração normal é porque o dínamo não está debitando corrente. verificar primeiramente a tirante e se esta estiver normal, passa-se ao exame das ligações, das escovas, do coletor e também do medidor como se segue.



VERIFICAÇÃO DA VOLTAGEM DO REGULADOR (SISTEMA DE 6 VOLTS)



Desliga-se o fio do terminal 51 do medidor e liga-se a sobre este terminal o cabo positivo de um voltímetro que marque de 0 a trinta volts; a ponta do outro cabo liga-se a “massa” (estrutura do veículo).

Dá-se partida ao motor, e ao se crescer a rotação em média de 2.000 RPM o ponteiro deve saltar para uma indicação de 6 a 7 volts, estabilizando-se depois entre 7,3 e 8,6 volts. Se se pára o motor repen-tinamente, o ponteiro volta a zero.



CONTROLE DA CORRENTE DE CARGA. (AMPERAGEM)



Desligue o cabo positivo da bateria. Ligue um amperímetro que acuse 30-0-30 amperes entre este mesmo borne e a ponta do cabo que foi desligada.

O amperímetro deve manter-se em “0” encontrando-se desligados os aparelhos e circuitos elétricos. A proporção que os circuitos são conectatos aumentando  a amperagem da corrente de descarga.

Se o amperímetro acusar descarga com os equipamentos desligados, é pelo fato de  deve haver um curto-circuito na instalação, o qual deve ser presente e eliminado.

Com o motor em funcionamento, o amperímetro deve indicar uma corrente de carga que deve crescer de intensidade a proporção que aumentando  a aceleração de rotação do motor.



CONTROLE DO REGULADOR



A prova anterior não apresenta uma indicação segura sobre o funcionamento do medidor porquanto a corrente de carga depende do estado de carga da bateria, de modo, que, para se fazer um teste seguro do medidor lança-se mão do seguinte artifício:

O voltímetro e o amperímetro devem ser unidos ao sistema como mostra a figura, para os testes no regulador.

Dá-se partida ao motor. Com o motor funcionando à rotação compreendida entre 1.750 a 2.000 RPM a corrente de carga deve ter a voltagem compreendida entre 6,4 e 7,3 volts, e a amperagem entre 23 e 26,5 amperes.

Qualquer desequilíbrio do medidor de voltagem só poderá ser corrigida por eletricista competente, de preferência no concessionário, pois suas características são pessoais e seus ajustes sumamente delicados. Não deve ser aberto ou mexido por leigos no assunto.