Mitsubishi Eclipse

O Eclipse também passou a ser feito sobre a plataforma do sedã Mitsubishi Galant e, com isto, também ficou maior e mais pesado. Em compensação, os motores agora eram mais potentes: o quatro-cilindros de 2,4 litro entregava 150 cv, e um novo V6 de três litros e 210 cv movia as versões de topo GTS e GTS Spyder. A versão de tração integral foi descontinuada para não voltar jamais.

Por mais que seu visual não tenha sido aprovado pelos fãs das duas primeiras gerações, o Eclipse seguiu nos EUA como um cupê esportivo barato, com desempenho convincente (levava pouco mais de sete segundos para chegar aos 100 km/h), e ainda tinha um interior mais espaçoso e confortável graças ao entre-eixos cinco centímetros mais longo.

Apenas 100 unidades da terceira geração foram trazidas para o Brasil de forma oficial, entre 2000 e 2001. Depois disto, só em 2007 voltamos a ter o Eclipse nas concessionárias Mitsubishi, com a chegada da quarta (e última) geração.

Lançado em 2005 lá fora, o quarto Eclipse conservou a estrutura básica e a silhueta da geração anterior, porém trouxe de volta as linhas suaves e limpas que haviam feito sucesso no passado. A motorização voltou a ter duas opções: um quatro-cilindros de 2,4 litros e 164 cv, e um V6 de 3,8 litros e 266 cv.

Apenas este último foi oferecido no Brasil, sendo importado até 2009. Àquela altura, o Eclipse ainda era um esportivo competente, apesar da perda da tração integral e do interior bem mais conservador que nos modelos anteriores. Para se ter uma ideia, a versão de topo GT precisava de pouco mais de seis segundos para chegar aos 100 km/h.

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